
É que eu vivo depressa demais,
Não conto a vida em dias, nem em semanas, mas sim em anos, pra ver mais intensa as suas curvas,
Não levo a vida a sério,
Faço planos inatingíveis,
Felicito as pequenas coisas,
Amo muito, padeço por menos.
É que eu tenho muitos amigos,
São todos imperfeitos,
Muitos malucos,
Muitos doidões,
Muitos felizes,
Outros tristes,
Convivo com cada um deles, a sua forma e maneira.
É que não tenho medo do perigo,
Amo o escuro,
Evito a altura,
Sou forte,
Epanto a morte,
Sou um herói, mais que destemido.
É que consigo avistar bem longe,
Mesmo não subindo nos ombros do gigante,
Mesmo não prevendo o futuro,
Vejo o que me aquece,
Vejo o que me interessa,
Vejo além do horizonte.
É que respiro um ar puro,
Amo o verde,
Destesto tudo que é sujo,
Respiro o melhor ar deste país,
Respiro a honestida e o respeito,
Tenho em mim o olfato do amor.
É que não tenho limites,
Desconheço o poder do impossível,
Praguejo o gozo não alcançado,
Não tenho medo do ridículo,
Procuro estar sempre apreendendo,
E estou sempre evoluindo.
É que eu sinto a constante presença de Deus,
Sinto a brisa que toca meu rosto,
Sinto a sua energia em meu corpo,
Rezo pelos outros,
Alcanço conquistas,
É a sua presença e seus passos na areia.
E diante disso tudo concluo: sou feliz!
Mas tem uma pequena vantagem, sou muito feliz!
Não conto a vida em dias, nem em semanas, mas sim em anos, pra ver mais intensa as suas curvas,
Não levo a vida a sério,
Faço planos inatingíveis,
Felicito as pequenas coisas,
Amo muito, padeço por menos.
É que eu tenho muitos amigos,
São todos imperfeitos,
Muitos malucos,
Muitos doidões,
Muitos felizes,
Outros tristes,
Convivo com cada um deles, a sua forma e maneira.
É que não tenho medo do perigo,
Amo o escuro,
Evito a altura,
Sou forte,
Epanto a morte,
Sou um herói, mais que destemido.
É que consigo avistar bem longe,
Mesmo não subindo nos ombros do gigante,
Mesmo não prevendo o futuro,
Vejo o que me aquece,
Vejo o que me interessa,
Vejo além do horizonte.
É que respiro um ar puro,
Amo o verde,
Destesto tudo que é sujo,
Respiro o melhor ar deste país,
Respiro a honestida e o respeito,
Tenho em mim o olfato do amor.
É que não tenho limites,
Desconheço o poder do impossível,
Praguejo o gozo não alcançado,
Não tenho medo do ridículo,
Procuro estar sempre apreendendo,
E estou sempre evoluindo.
É que eu sinto a constante presença de Deus,
Sinto a brisa que toca meu rosto,
Sinto a sua energia em meu corpo,
Rezo pelos outros,
Alcanço conquistas,
É a sua presença e seus passos na areia.
E diante disso tudo concluo: sou feliz!
Mas tem uma pequena vantagem, sou muito feliz!
É uma felicidade pura, assídua, que me traz a tona,
Será então assim, essa tal felicidade?
Será então assim, essa tal felicidade?

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